Marlon muebeitoa yu ajue beisie.

Marlon muebeitoa yu ajue beisie.
Let's learn a foreign language!
Mostrando postagens com marcador japão. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador japão. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 29 de maio de 2009

Era Heisei no Japão (1989 até hoje)

Akihito deu início ao período
O filho mais velho do imperador Hirohito foi entronizado no dia 12 de novembro de 1990, e deu iníco à Era Heisei que veio após a Era Shouwa.

Família imperial

No dia 7 de janeiro de 1989, faleceu o imperador Hirohito, vítima de câncer no duodeno, aos 87 anos, encerrando a Era Showa, que durou 64 anos. No dia 12 de novembro do ano seguinte, foi realizada a cerimônia de entronização do atual imperador Akihito, filho mais velho de Hirohito, seguindo o estilo antigo. Compareceram à cerimônia de entronização 2,5 mil representantes de 158 países, na qual o novo imperador expressou o desejo de seguir a Constituição. Na Era Heisei, houve uma sucessão de fatos auspiciosos na família imperial. Em junho de 1989, o segundo filho do imperador, o príncipe Fumihito Ayanomiya, na época, de 24 anos, casou-se com Kiko Kawashima, 23, estudante de pós-graduação em psicologia social.


Em 1992, o imperador visitou, pela primeira vez, a China, restaurando as relações de amizade e fraternidade abaladas pelo passado e pela Segunda Guerra. No ano seguinte, o príncipe herdeiro, Naruhito, casou-se com Masako Owada, formada pela Universidade de Harvard e futura diplomata. Sua postura intelectual e maneira refinada de se vestir tornaram-se moda. Em 2001, a princesa Masako deu à luz a princesa Aiko. Como atualmente não há herdeiros masculinos na família imperial, vem crescendo entre a população a idéia de conceder às mulheres o direito de sucessão ao trono.

Terremoto e terrorismo

O grande terremoto de Hanshin, ocorrido em janeiro de 1995, resultou em 6.433 mortos, 43.792 feridos e mais de 300 mil desabrigados, na maior catástrofe desde o terremoto de Kanto (1912). O número de casas destruídas foi de 250 mil; o de atingidas por incêndio, de 7.483, e o total de perdas chegou a ¥ 10 trilhões. Pelo fato de a catástrofe ter atingido uma área metropolitana e por ter sido seguida de incêndio, linhas vitais de abastecimento e comunicação, estradas, ferrovias, eletricidade, água, gás e telefone foram cortados e tiveram a reparação atrasada. País sujeito a terremotos, construções de grande porte foram obrigadas a ter estrutura à prova de terremotos, porém, não foi possível evitar os danos.

Nessa ocasião, ganhou destaque o trabalho de voluntários vindos de todo o Japão e de vários países do mundo. Desde então, iniciou-se a atuação de organizações sem fins lucrativos e organizações não-governamentais.

Em março de 1995, ocorreu o episódio do gás sarin no metrô de Tóquio, lançado por uma seita fanática, que resultou em 12 mortes, entre passageiros e funcionários, e 5.510 feridos. Foi um ato indiscriminado com uso de arma química que chocou o mundo. Após dois dias, a polícia obteve a confissão de um dirigente da seita Aum esclarecendo os aspectos do caso. Seu líder, Shoko Asahara, e o dirigente Chizuo Matsumoto foram detidos, julgados e condenados à execução.

O episódio de 11 de setembro nos EUA resultou em 6 mil mortes, mas, antes dele, uma sucessão de casos de atentados terroristas, conflitos e guerras fez com que as Nações Unidas estabelecessem uma operação para a manutenção da paz (Peace Keeping Operation). Passou-se a realizar ações de auxílio emergencial por meio de exércitos e organizações de diversos países.

Sociedade, cultura e esportes

Desde a premiação de Kenzaburo Oe (prêmio de literatura), em 1994, seguiram-se muitos ganhadores do Prêmio Nobel. Em 2000, Hideki Shirakawa (Química); em 2001, Ryoji Noyori (Química); em 2002, Masatoshi Koshiba (Física e Química) e Koichi Tanaka (Química), totalizando 12 laureados. Nos esportes, foram realizadas as Olimpíadas de Inverno de Nagano, em 1998, e a Copa do Mundo, em 2002, em conjunto com a Coréia do Sul, que resultou num evento de grande popularidade. Em junho de 1989, faleceu a cantora Misora Hibari, aos 52 anos, de complicações de hepatite crônica e fratura no fêmur. Ela foi a primeira mulher a receber o Prêmio Nacional de Honra.

Em dezembro de 1990, o repórter Toyohiro Akiyama, 48, da TBS (Tokyo Hoso), embarcou na nave espacial soviética Soyuz TM-11. Foi o primeiro jornalista do mundo a
se lançar no espaço. Em 1994, a astronauta Chiaki Mukai foi a primeira mulher asiática a participar de um vôo espacial.

Política e economia

Até meados da década de 1980, o Japão era a segunda potência econômica do mundo e fazia elogio de sua riqueza material e de sua paz, mas, na Era Heisei o país assistiu ao fim da economia da bolha e à falência de inúmeras empresas, que foram compradas por empresas americanas ou européias. Por essa razão, intensificou-se não só a internacionalização das empresas como o intercâmbio de pessoas. O aumento de trabalhadores dekassegi, que se dedicavam aos trabalhos chamados de 3K (kitsui, duro, penoso; kitanai, sujo; kiken, perigoso) proporcionou à sociedade japonesa contato com outras culturas, porém com aumentado do número de crimes cometidos por estrangeiros desempregados, em decorrência de condições de trabalho instáveis. A economia encontrava-se estagnada, com o registro de índices negativos no crescimento a partir de 2000.

O primeiro-ministro Junichiro Koizumi, que assumiu em 2001, propôs uma “reforma estrutural acompanhada de dor”, fazendo apelos à população por compreensão e paciência.

Ao voltarmos o olhar para a Ásia, encontramos países como China, Coréia do Sul, Malásia, Cingapura e Vietnã ganhando expressão econômica, atraindo investimento de todo o mundo. O Japão possui tecnologia de informação e científica capazes de superar a concorrência internacional, mas se encontra num momento de necessidade de maior investimento em educação e tecnologia e de dedicação ao desenvolvimento de alta tecnologia. Tendo em mente um mundo cada vez mais globalizado, com a difusão da internet, o Japão deve construir uma sociedade verdadeiramente abundante, dinâmica e diversa, junto com os trabalhadores estrangeiros, valendo-se dos diferentes talentos de cada pessoa. Essa deve ser a contribuição do Japão ao mundo, o que poderá levar ao caminho da convivência e da paz.

Em 2008, o príncipe Naruhito esteve no Brasil no mês de junho para a comemoração do centenário da imigração japonesa ao solo brasileiro (18 de julho, dia exato da chegada dos primeiros japoneses). 2009 equivale atualmente ao 21º ano da Era Heisei no Calendário Imperial do Japão.

Disponível em: . Acesso em 28/05/2009.

Alguns dados sobre a "Terra do Sol Nascente"

Nome oficial: Japão (Nippon)
Capital: Tokyo
Nacionalidade: japonesa
Idioma oficial: japonês
Religião: xintoísmo e budismo (84%)
Território: 377.864 km2 (em quatro grandes ilhas – Honshu, Kyushu, Shikoku e Hokkaido – e 6.848 outras menores)
Moeda: iene
Calendário: 2004 equivale ao 16º ano da Era Heisei no calendário japonês

População: 127,3 milhões (outubro 2001)
População urbana: 75%
Taxa de crescimento demográfico: 0,29% (2001)
Alfabetização: 99% (estimativa 1999)
Universidades: 669 (maio de 2001)
Leitos de hospital: 1.864.448 (2000)
Médicos: 1 para 555 pessoas (1996)
Expectativas de vida: Mulheres (84,6 anos); Homens (77,7 anos) – Dados 2000.
Mortalidade infantil: 3,2 por 1.000 crianças nascidas (2000)
Densidade demográfica: 339,8 pessoas por km² (1999)

Principais cidades: Tóquio (aglomerado urbano: 27.242.000 hab.; cidade: 7.966.195 hab.), Osaka (aglomerado urbano: 10.618.000 hab.; cidade: 2.602.352 hab.); Yokohama (3.307.136 hab.), Nagoya (2.152.184 hab.), Sapporo (1.757.025 hab.), Kyoto(1.463.822 hab.), Kobe (1.423.792 hab.).

Economia

PIB (em ienes): 532,96 trilhões (2002)
Renda per capita: US$ 24.036 (2002)
Crescimento do PIB: 1,7% (2000)
Força de trabalho: 65,87 milhões de pessoas
Exportações (em ienes): 48,979 trilhões (2001)
Importações (em ienes): 42,416 trilhões
Produção agrícola – Principais culturas: arroz, beterraba açucareira, hortaliças e frutas. Pecuária: avicultura. Pesca: maior frota pesqueira do mundo
Produção industrial – Principais indústrias: manufaturados de tecnologia avançada, equipamentos pesados elétricos, veículos e motores, equipamentos eletrônicos e de telecomunicações, máquinas de ferramentas e computadorizadas, sistemas de produção, locomotivas e equipamentos de transportes, estaleiros, produtos químicos, produtos têxtil, alimentos processados, instrumentos de precisão.

Principais parceiros comerciais: Estados Unidos, China, Europa Ocidental, Sudeste Asiático.

O País

Os esforços das indústrias e do governo, uma forte ética no trabalho, o completo domínio da tecnologia e os gastos com defesa proporcionalmente pequenos (cerca de 1% do PIB) foram alguns dos fatores que ajudaram o Japão a se tornar a segunda maior economia do planeta. Uma das características da economia do país é o perfeito relacionamento entre fabricantes, fornecedores e distribuidores, chamado "keiretsu". Por muito tempo também se destacou o emprego vitalício, privilégio que vem sendo eliminado pelas empresas.

A indústria é o principal motor da economia japonesa, apesar de depender quase que integralmente da importação de matérias primas e do petróleo. O setor agrícola, com menor peso, recebe fortes subsídios e proteção do governo. O país é auto-suficiente em arroz – o alimento básico da população – mas importa cerca de metade de cereais e demais alimentos.

Durante três décadas, o Japão manteve crescimento econômico espetacular: 10% nos anos 60 e de 5% nos anos 70 e 80. No entanto, entre 1992 e 1995 o ritmo teve uma desaceleração devido as novas medidas do governo para diminuir as especulações no mercado imobiliário. No final de 1995, a estrutura financeira também sofreu um baque provocado pelas centenas de milhões de dólares de dívidas não-declaradas.

Apesar desses percalços, a economia do Japão continuou forte graças ao superávit comercial, aos investimentos no estrangeiro, além da manutenção do baixo índice de desemprego (em comparação com os demais países desenvolvidos) e de inflação.

A falta de espaço para abrigar os mais os 127,3 milhões de habitantes e o envelhecimento da população continuam sendo os grandes problemas atuais do país.


Língua Japonesa

O Japão tem população de mais de 120 milhões de habitantes e, lingüisticamente, é quase uma nação homogênea, já que mais de 99% falam o mesmo idioma. Há várias teorias sobre a origem da língua japonesa. Muitos estudiosos acreditam ser sintaticamente muito próxima das línguas altaicas, como a turca e a mongol, e do coreano. Há ainda evidências que sua morfologia e vocabulário foram influenciados pelas línguas malaio-polinésias do sul.

O sistema de escrita japonês veio do chinês, apesar de as línguas faladas nos dois países serem completamente diferentes. Além dos kanjis (os ideogramas), os japoneses adotam duas escritas silábicas, o hiragana e o katakana.

Ainda hoje, um grande número de dialetos regionais é usado no Japão. O padrão lingüístico tende ser o falado em Tóquio, que está se expandindo por todo o país por meio da mídia, mas os dialetos usados em Kyoto e Osaka continuam firmes.

Disponível em: . Acesso em

O Japão Hoje, parte 3

A Educação

É bem possível que o índice de analfabetismo, no Japão de hoje, não vá além de 1%.
Este auspicioso fato se deve ao carinho e esmero com que o governo nipônico trata os assuntos educacionais, como ponto fundamental para e progresso e a elevação do nível de vida da população.

A escola é gratuita para os primeiros nove anos: seis de escola primária e três de nível ginasial. A seguir, o curso colegial dura três anos, no qual o aluno paga taxas módicas. Os cursos universitários duram em média, quatro anos.

Os 835.000 estudantes têm, à sua disposição, 250 universidades e institutos de ensino superior. Museus, bibliotecas e salas de exposição estão espalhados em quantidade, em todo o país, para consulta e complementação das aulas, ministradas conforme os métodos pedagógicos dos mais modernos.

Mas, esse alto nível de alfabetização do povo não foi alcançado da noite para o dia. É o resultado de 100 anos de árduos esforços e lutas, que se traduz nos 29.000 livros, nas 14.000 revistas, nos 100 diários. O povo japonês lê, em média, dois jornais por dia. A grande popularização dos modernos meios de comunicação, como o rádio e a televisão, contribui também para manter o povo japonês informado acerca de todos os acontecimentos do mundo e manter elevado o seu nível de cultura.

Os Transportes

Como em todas as grandes capitais da Europa, Tóquio, que conta atualmente com 10 milhões de habitantes, solucionou satisfatoriamente os problemas do trânsito.

A metrópole, que os visitantes têm oportunidade de admirar, mais parece uma cidade feita para concretizar os sonhos de Júlio Verne, tal a grandiosidade das suas obras de engenharia.

O espaço aéreo é aproveitado para a passagem dos monotrilhos, suspenso em pilares, que são fincados até mesmo no mar.

Duas e até três vias de trânsito, com várias pistas, se sobrepõem e cruzam em todos os sentidos, facilitando o escoamento rápido das correntes de tráfego.

É tradicional a pontualidade e a eficiência dos trens japoneses, de que se servem os operários, para irem ao trabalho.

Nesta cidade, tudo é planejado e executado no sentido de facilitar à passagem não só de pedestres, como também de veículos de todos os tipos.

As Artes

O amor do povo japonês pela beleza se manifesta de muitas maneiras e, de modo muito especial, nas artes.

A introdução da arte no Japão coincide com a entrada do Budismo, no século VI.
Quatro séculos depois que a Índia, a China e a Coréia exportaram as artes para a Terra do Sol Nascente, os japoneses haviam dado às mesmas um estilo inteiramente peculiar.

A escultura é mundialmente conhecida pelos seus monumentos espalhados por todo o país, em templos, castelos, etc.

O ikebana é uma das formas de arranjo e cultivo artístico das flores, famoso em todo o mundo.

Nas artes representativas, o teatro clássico de Nôh é a que mais se sobressai, desde tempos remotos. O teatro de marionetes, ou o Gunraku e o Kabuki também recebem do japonês uma atenção especial.

Todas as cidades grandes possuem orquestra sinfônica e os espetáculos de ópera e balé são bastante concorridos. Tóquio possui agora o Salão Metropolitano de Artes, que se tornou importante centro para todas as artes teatrais. Em Osaka, o Festival Internacional de Música atrai, anualmente, visitante do mundo inteiro. Em círculos artísticos mundiais, os pintores e artistas japoneses gozam de elevado conceito, e suas obras são incluídas em exposições internacionais.

Há muito tempo, os japoneses têm-se mostrado ativos no setor da literatura e das letras. Numerosas novelas foram traduzidas para idiomas estrangeiros nestes últimos anos e continuam gozando de grande popularidade entre os leitores do exterior.

Os Esportes

A participação do Japão na 18º Olimpíada Internacional realizada em Tóquio, em 1964, mostrou ao mundo que o povo japonês e um povo essencialmente amante das atividades esportivas.

A intensidade com que se aplica às ocupações profissionais a necessidade de estarem alertas contra os imprevisíveis fenômenos da natureza fazem do esporte uma atividade indispensável para os habitantes da Terra das Cerejeiras.

País eminentemente marítimo e cortado por numerosos rios, seus filhos não poderiam deixar de ser bons nadadores. Haja vista a participação dos mesmos em todos os campeonatos mundiais, com brilhantes resultados.

As montanhas e os morros cobertos de neve são um campo propicio para a prática do esqui. Esporte importado da América do Norte, exigindo rapidez e agilidade, o beisebol foi bem recebido pelos japoneses e é um dos mais populares atualmente. jogos modernos, como o futebol, o voleibol, o tênis, estão alcançando também bastante aceitação por parte da juventude.

Mas os tradicionais “sumô”, luta corporal que consiste em vencer o adversário fazendo-o tocar o chão, ou sair do ringue, o “judô”, ou a autodefesa, e o “kendô”, ou a esgrima japonesa, que usa varas de bambu, em lugar de espadas, não perderam sua popularidade antiga e ainda hoje os seus praticantes são numerosos.

O japonês sabe, desta maneira, unir o útil ao agradável: Diverte-se, mantendo o seu físico na mais perfeita forma, apto a enfrentar toda e qualquer situação.

Disponível em: . Acesso em 28/05/2009.

O Japão Hoje, parte 2

A Agricultura

A economia japonesa depende ainda, em grande parte, da agricultura. 33% dos habitantes fazem, dela o seu ganha pão. Entretanto, a cada dia que passa, essa porcentagem diminui, em virtude da procura de melhores condições de vida das famílias, nas zonas urbanas.

Devido ao grande número de montanhas existentes no país e à estreiteza do território, restam apenas 16%, ou 59.150 quilômetros quadrados de terra cultivável, onde os agricultores aproveitam avaravelmente, palmo a palmo, não só nos vales, como também nas encostas das montanhas. O consumo de fertilizantes é muito grande e tornam-se cada vez mais populares as técnicas modernas de cultivo motorizado.

O principal produto do Japão é o arroz, cuja produção por hectare é a maior do mundo. Vêm, a seguir, o trigo, o centeio, o chá, a batata inglesa, o fumo, a soja e as folhas de amoreira para o bicho da seda. O solo e o clima do Japão favorecem também a plantação das mais variadas frutas, entre as quais, a tangerina, a maçã, o morango e o pêssego.

Verifica-se, atualmente, uma notável expansão das vacas leiteiras, em virtude do aumento de consumo, por parte da população, de produtos derivados do leite.

Entretanto, também a produção de laticínios é pequena, devido à limitação de pastagens e a exigüidade de terra aproveitável para o cultivo obriga o Japão a importar até mesmo os cereais, que são produzidos no país.


A Pesca

Se, de um lado, o território nipônico sofre uma grande deficiência de terra arável, a natureza o dotou generosamente de considerável parte do oceano, que o circunda por todos os lados.

E, desse fato, o japonês procura tirar o melhor proveito possível, extraindo do mar todos os seus produtos.

Assim, a indústria pesqueira é uma das mais importantes, havendo, em cada povoação litorânea, pequenas ou grandes frotas de pesca, não só para a zona costeira, mas também para o alto mar. Em tonelagem de pesca, o Japão ocupa o segundo lugar no mundo.

O consumo médio de pescado per capita é de 27 quilos por ano, enquanto o de outras carnes é de apenas 8 quilos.

O pescado, além de se constituir em excelente manancial de alimentos para o povo japonês, é importante fonte de exportação e deu aos seus pescadores a oportunidade de descobrir, desenvolver e aplicar, em grande escala, a produção de pérolas cultivadas.

O processo consiste em introduzir um pequeno fragmento de concha no interior de cada ostra. A seguir, as ostras são empilhadas em gaiolas de arame e mergulhadas no mar, sendo de lá retiradas, depois de certo tempo, com a pérola em seu redor.


A Indústria

Após a segunda guerra, que arrasou quase por completo a potência nacional, o povo japonês reergueu-se com uma energia surpreendente. Tudo começou novamente do nada. Vinte anos passados, o Japão se impôs no mercado mundial, com seus produtos industriais.

A construção naval, largamente auxiliada pelo fato de o ser um país marítimo, está em primeiro lugar no mundo. Estaleiros gigantes foram montados em várias nações. Petroleiros japoneses sulcam os cinco oceanos do globo.

A indústria de transportes carris é uma das que mais se desenvolvem, tendo sido produzidas 1.300.000 de unidades de automóveis, caminhões e ônibus em 1963.

A meticulosidade e o gosto pelos detalhes fizeram dos japoneses afamados técnicos em miniaturização, surgindo de sua especialidade variados aparelhos em tamanhos minúsculos.

Também a indústria de produtos químicos alcançou um grande desenvolvimento, passando a ocupar o terceiro lugar do mundo.

Os operários japoneses são conhecidos pela sua operosidade. A maior parte deles está organizada individualmente por indústria, isto é, todos os operários de uma determinada indústria, independentemente do tipo de trabalho que executam, pertencem ao mesmo sindicato. Cerca de 35% dos operários são sindicalizados.

Comercio Exterior

A escassez de matérias primas básicas e o aumento sempre crescente de produtos manufaturados no Japão fazem do comércio exterior um dos meios indispensáveis à sua sobrevivência.

Borracha, petróleo bruto, minério de ferro, algodão em rama, lã, açúcar e trigo são produtos que devem ser importados.

Por outro lado, o Japão exporta produtos metálicos. Químicos e de maquinaria, perfazendo os 48% do total de vendas ao exterior; produtos têxteis são também exportados em grande escala; dia a dia vem aumentando o fornecimento pelo Japão de produtos manufaturados, como máquinas fotográficas e de costura, rádios transistores, madeira compensada, automóveis e navios.

Os Estados Unidos são os maiores compradores dos produtos japoneses e, ao mesmo tempo, os que maior número de produtos fornecem ao pais do Sol Nascente. Em termos de área, a Ásia é a maior importadora, seguida pela América do Norte.

Para facilitar e incrementar não só as exportações, como as importações, o Japão colabora com os demais países, na redução das tarifas aduaneiras, como membro do G. A. T. T. (Acordo Geral sobre Tarifas Alfandegárias).

O Japão Hoje, parte 1

O Governo

A Constituição atual, em vigor desde três de maio de 1947, fez do Japão um país de democracia representativa.

O poder legislativo é exercido pelo Parlamento, eleito pelo povo. Compõe-se da Câmara de Deputados, com 467 membros, eleitos para um mandato de quatro anos e da Câmara de Conselheiros, com 250 membros, com mandato de seis anos, sendo que para metade deles, é somente de três. Homens e mulheres que completaram 20 anos gozam do direito de voto, em todas as eleições.

Existem atualmente, no Japão; três partidos políticos: o Liberal Democrático, (único partido conservador atual), o Socialista e o Social Democrático.

O Chefe do Executivo é o Primeiro Ministro, eleito pela Direita, sendo, quase sempre, o líder da maioria. As dezesseis pastas do governo são preenchidas por civis escolhidos pelo Primeiro Ministro, entre os membros do Parlamento, sendo denominados Ministros de Estado.

A política do Primeiro Ministro depende da aprovação do Parlamento, através do voto de confiança dado por este. Caso aconteça o contrário, dois fatos podem ocorrer: ou o Primeiro Ministro renuncia imediatamente e, com ele, os Ministros de Estado e é substituído por outro, eleito pelos membros do Parlamento que, por sua vez, escolhem o novo chefe do Executivo.

O poder Judiciário está nas mãos do Supremo Tribunal, composto do presidente e de catorze juizes e pelos tribunais inferiores, independentes do Gabinete e do Parlamento.

A administração regional é feita por 46 prefeituras, em que está dividido o território. Todas as prefeituras, cidades e povoações possuem assembléias locais, cujos membros são eleitos diretamente pelo povo.

Os Habitantes

A origem exata do povo japonês é desconhecida. Há algumas versões, segundo as quais o japonês é oriundo da Ásia setentrional, ou da China Meridional, ou das ilhas do Pacifico sul.

Em 1964, a população do Japão foi estimada em 96.660.000 habitantes, cifra que coloca o país no 72º lugar, entre os paises mais populosos. Como, porém, o espaço habitável é muito pequeno, devido ao grande número de montanhas, o Japão se torna um dos mais densamente povoados do mundo. Basta dizer que cerca de 40% da população vive numa área correspondente a 1% da superfície total.

Também lá existe o problema do êxodo rural. A vida mais cômoda das cidades atrai número cada vez maior de homens do campo. Tóquio, a capital, já conta com 10 milhões de habitantes. Existem seis cidades, cuja população é acima de um milhão: Osaka, Nagoya, Yokohama, Kobe, Kyoto e Kitakyushu.

Enquanto a vida no campo apresenta um aspecto de calma e monotonia, embora também lá o progresso já tenha penetrado, na cidade a atividade é intensa é evoluída: lojas e casas comerciais sempre lotadas, cinemas e casas de diversões em quantidade, trânsito intenso, com linhas ferroviárias e subterrâneas, cruzando-se por todos os lados, etc.

Apesar do progresso vertiginoso, que caracteriza a moderna Terra do Sol Nascente, o povo continua apegado às suas mais queridas tradições. O prestigio do Imperador é inabalável no espírito do japonês. O seu aniversário natalício, aos 29 de abril, é comemorado de norte a sul do país. O Ano Novo é acolhido pelo povo com festas solenes, como o símbolo de vida nova e de novos horizontes, O nascimento de Buda, fundador de uma das religiões mais cultuadas do mundo, é comemorado pomposamente pelos seus adeptos.

Estes fatos mostram que o povo japonês sabe ser progressista sem, contudo, desprezar os verdadeiros valores dos seus antepassados.

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Páginas sobre a língua japonesa

Listei alguns sites na internet sobre a língua japonesa. Algumas são em inglês.
I've listed some websites on the japanese language. Some of them are written in Portuguese. Yu katayoa vatibao lavi nubeitoa yas aybu ojao. La boakilei rekalao nubeitoa maoybu.


http://www.linguajaponesa.com.br/a-forma-te-dos-verbos-em-japones/


http://www.timwerx.net/language/jpverbs/lesson55.htm


http://www.japonesnapratica.com/2009/04/verbos-na-forma-te-iru/


http://www.japonesnapratica.com/2009/04/verbos-na-forma-te/


http://www.nippobrasil.com.br/2.semanal.aula/


http://www.sonoo.com.br/Pequenodesviodetempo.html


http://japanese.about.com/od/grammarlessons/a/031101c.htm


http://japanese.about.com/library/bl_verbs.htm


http://pagesperso-orange.fr/babel-site/japonais.htm


http://www.aprendendojapones.com/

quinta-feira, 17 de abril de 2008

O Arquipélago Japonês - Nihon Rettou

O Japão (em japonês 日本, Nippon ou Nihon, literalmente "origem do sol" ou "terra do sol nascente") é um país insular do Extremo Oriente, formado por um arquipélago situado ao largo da costa nordeste da Ásia. Sua capital é a cidade de Tóquio (Toukyou-to)

O país é formado por quatro grandes ilhas, Honshuu, Shikoku, Kyuushuu e Hokkaidou, e seu arquipélago é formado por mais de três mil ilhas localizadas entre o mar de Okhotsk a norte, o Oceano Pacífico a leste e a sul e o Mar da China Oriental e o mar do Japão a oeste. Através do mar do Japão e do Mar de Okhotsk, contacta com a Rússia, o Estreito da Coreia, a sudoeste, fornece ligação à Coreia do Sul, e na extremidade sul das ilhas Ryuukyuu (Okinawa) aproxima-se de ilha de Taiwan. A maior parte das ilhas é montanhosa, com muitos vulcões. O Monte Fuji, por exemplo, montanha mais alta do Japão é um vulcão.

Seu povoamento remonta ao Paleolítico, quando grupos humanos chegaram vindos do continente. A influência de outros povos seguidos por períodos de isolamento caracteriza a história do Japão o que tornou sua cultura uma mistura de influências externas e criações autóctones. Desde a promulgação de sua Constituição em 1946 o Japão manteve uma monarquia constitucional com um imperador e um parlamento eleito, a Dieta.

Com uma população de pouco mais de 127 milhões de pessoas, o Japão é o décimo país mais populoso do mundo. A Região Metropolitana de Tóquio, que inclui Tóquio a capital do país e várias cidades vizinhas, é a maior concentração urbana do mundo com cerca de 30 milhões de habitantes. O país tem a segunda maior economia do mundo por PIB nominal, é o quarto maior exportador mundial e sexto maior importador. É membro das Nações Unidas e de vários grupos internacionais como o G8, G4 e APEC, com o quarto maior orçamento de defesa.

A ilha de Okinawa

Okinawa é uma ilha do arquipélago Ryu-Kyu, que pertence hoje ao Japão mas que ao longo da sua história foi cobiçada e conquistada tanto pelo império chnês como pelo japonês. Devido a isso , existiu um fluxo constante, cultural e econômico, entre a China (a grande potência cultural da época) e a ilha de Okinawa assim como outras regiões da Ásia.

Trata-se de um conjunto de ilhas e ilhotas (total 160) cravadas nas águas quentes do Oceano Pacífico, com clima tropical e costumes próprios. Da ilha de Yonaguni, na fronteira sul, até Taiwan, são apenas 127 km que abarca algumas das metrópoles asiáticas: Pequim, Xangai, Manila, Seul, Hong-Kong.

Okinawa é portanto, a província nipônica mais próxima da China, do Sudeste Asiático, das Filipinas, da Austrália, que são importantes parceiros comerciais do Japão.

Okinawa Conta com uma população de cerca de 1,2 milhão de pessoas distribuídas em quarenta ilhas do arquipélago. Anexada ao Japão pela primeira vez em 1609, a ilha desenvolveu um dialeto próprio – o “uchinaguchi” e possui características religiosas bastante fortes. Foi tomada pelos Estados Unidos na segunda guerra mundial, sendo devolvida ao Japão em 1972.

Okinawa é a única província japonesa geograficamente situada em zona tropical. A temperatura média anual é de 23,1ºC e mesmo no inverno a média não cai abaixo de 16º. As ilhas possuem rica vegetação nativa, com mais de 3 mil espécies da flora subtropical ou tropical, atraindo a atenção dos visitantes pela sua exuberância e pelas cores vivas de flores como hibiscos, buganvílias e deigo. Devido a sua beleza natural, a flor da deigo foi escolhida como símbolo da província em 1967. A árvores enfeita ruas, estradas e jardins públicos no arquipélago.

Separada da capital japonesa por 1.500 km, de distância, Okinawa é uma província com traços naturais e culturais bastante diferenciados do restante do arquipélago nipônico.

Com uma economia que permaneceu predominantemente rural por séculos, a tradição religiosa de Okinawa evidencia a ligação dos nativos da ilha com a natureza. “Para o uchinanchu (Okinawano no dialeto local), os ventos, as montanhas, todos os elementos que o cercam são sagrados. Esse respeito demonstra a importância das forças naturais em sua vida”.

Graças ao seu clima subtropical, amenizado pela brisa do mar, e em particular a suas lindas praias, Okinawa encontrou no turismo a indústria mais apropriada, mais rendosa e promissora.